Simoes - SL Benfica & Portugal NT Legend

A place to remember and discuss our heroes from the past whom thru their great careers have become legends in the history books and in our hearts.

Moderators: quinas1139, slb13

Simoes - SL Benfica & Portugal NT Legend

Postby quinas1139 » December 7th, 2008, 6:42 pm

Antonio Simoes

Image

Nome: António Simões Costa
Data de nascimento: 14-12-1943
Naturalidade: Corroios
Posição: extremo esquerdo
Clubes: Benfica, Estoril, Bóston Minutemen, San José Earthquakes e Dallas Tornado
Jogos pela Selecção Nacional: 46/3 golos
Títulos: 10 (Campeonato Nacional), 5 (Taça de Portugal) e 1 (Taça dos Campeões).
Internacionalizações: 46.


Source/Fonte - SL BENFICA.pt

Simões (14/12/1943) - Virtuosismo, Rapidez e Excelência de passe


Estreou-se com a camisola do Benfica em 27/08/1961, no Estádio Nacional, frente ao Sporting, em jogo integrado no torneio "Dia de Angola". Tinha apenas 17 anos. Mas cumpriria o primeiro encontro em competições oficiais apenas no dia 19 do mês seguinte, no Uruguai, frente ao Peñarol, para a Taça Intercontinental.

Fez 611 jogos pelo Benfica, tendo marcado 90 golos. Jogador de talento extraordinário, de compleição atlética invulgar, baixo, de pernas arqueadas, mas possuidor de técnica e de velocidade apuradas, que dele fizeram um autêntico quebra-cabeças para os defesas adversários. Esquerdino nato, Simões evidenciou-se pelo seu espectacular virtuosismo, arrancando jogadas sensacionais com o seu drible e velocidade estonteantes. A criatividade era uma das suas imagens de marca.

Excelente na precisão do passe e na movimentação no terreno, era versátil a livrar-se dos adversários e municiava com uma eficiência extraordinária o ataque, sendo, muitas vezes, ele próprio quem assinava os golos. Fruto da irrequietude que revelava dentro de campo, foi apelidado de "rato Mickey". Ficou para sempre ligado ao sucesso do Benfica europeu da década de 60 e ao brilhante 3º lugar obtido pela selecção portuguesa no Mundial de 1966, tendo sido titular em todos os jogos da fase de qualificação e da fase final.

Vestiu 46 vezes a camisola das quinas e marcou 3 golos ao serviço da equipa nacional. Em 23/09/64, fez companhia a Eusébio e a José Augusto numa selecção da UEFA que actuou em Belgrado, na Jugoslávia. Em 1974/75, cumpriu a sua última época ao serviço do Benfica. Seguiram-se passagens curtas pelo Estoril-Praia e pelo U. Tomar, em Portugal, e pelos clubes norte-americanos do Boston Minutemen, San José Earth Quakes e Dalas Tornado, em que fez um total de 70 jogos e marcou 3 golos. Encerrou a sua carreira em 1979.


Source/Fonte - FPF.pt

Image

SIMÕES 1943-…
O ponta-esquerda que chegou a deputado


Nome: António Simões Costa
Data de nascimento: 14-12-1943
Naturalidade: Corroios
Posição: extremo esquerdo
Clubes principais: Benfica e Estoril
Jogos pela Selecção Nacional: 46/3 golos
Estreia: 6-5-1962, em S. Paulo, frente ao Brasil (1-2)
Último jogo: 13-10-1973, em Lisboa, frente à Bulgária (2-2)


Começou no Almada, chegou a treinar-se no Belenenses e no Sporting, mas o Benfica seria o seu futuro. Aos 17 anos dava os primeiros passos na equipa que acabara de se tornar campeã da Europa. A partir do início de 1962, conquistou o seu lugar no lado esquerdo do ataque dos «encarnados» e rapidamente se tornou num dos mais famosos jogadores do Mundo do seu tempo. A linha avançada que formou com Eusébio, José Augusto e José Águas (depois, José Torres), completada com a presença de Coluna no meio-campo, foi considerada a melhor da Europa e apenas comparável à do Santos, de Pelé.

Simões foi, sobretudo, um jogador de dribles e cruzamentos fatais, e não tanto um finalizador. Mas era um jogador de dribles em progressão, nunca amarrado a uma ideia redutora do jogo, individualista e egoísta. Ele era um fornecedor de jogo para os homens que jogavam na área, além de um entusiasta recuperador de bolas quando a tal era exigido, como aconteceu no célebre jogo de Bratislava, no qual uma Selecção Nacional reduzida a dez jogadores desde o segundo minuto venceu a Checoslováquia (1-0), vice-campeã do Mundo, e garantiu o apuramento para a fase final do Mundial 66.

António Simões era já, nessa altura, um jogador absolutamente indispensável na equipa de Portugal. Jogou todos os seis jogos de qualificação para esse Campeonato do Mundo e, em Inglaterra, assumiu-se como o melhor extremo esquerdo do Mundo. As suas exibições foram extraordinárias, sobretudo a que realizou no jogo decisivo frente ao Brasil, campeão do Mundo, marcando mesmo um golo de cabeça que ficou nos anais do futebol português.

Manter-se-ia no Benfica até 1975, já então o «capitão» dos «encarnados», e jogou ainda nos Estados Unidos, o El Dorado das «estrelas cadentes» desse tempo. Nos intervalos do campeonato americano, ainda jogou no Estoril e no União de Tomar. Depois fixou-se do outro lado do Atlântico por vários anos, assumindo a carreira de técnico e sendo, até, eleito deputado pelo Círculo de Fora da Europa.


Source/Fonte - ABOLA : "100 figuras do futebol português"

Image

António Simões
Natural de Almada - 14 de Dezembro de 1943


Seu pai andara muitos anos pela América, trabalhando como
mineiro. Quando, enfim, sentiu que já juntara dinheiro o bastante
para se estabelecer em Portugal, abriu uma casa de pasto em
Corroios. Algum tempo depois nasciam-lhe dois gémeos: António
e Aníbal. Cresceram e todos os dias ouviam o mesmo sermão de
que o futebol não era coisa que desse pão, retorquiam que pai e
mãe não se preocupassem.

Aos seus 14 anos, o pai adoeceu de súbito, morrendo pouco
depois. Notícia do seu talento de jogador de futebol, tal como o
de Aníbal, chegaram ao Almada. Um dia, dirigentes seus foram à
casa de D. Palmira pedir autorização para que os filhos se inscrevessem como jogadores
do clube. Disse que sim, para que os visse felizes, tão sorumbáticos andavam ainda com a
perda do pai. Como, cada vez mais, era difícil a uma mulher sustentar dois filhos a
estudar, António empregou-se na Luso-Americana, firma de máquinas de escrever,
ganhando 20 escudos por dia. Aníbal, por seu turno, declinara o convite do Almada para
poder estudar. Haveria, não muito tempo depois, de partir para o Brasil, tornando-se
negociante de livros em Minas Gerais.

Belenenses, Sporting, Benfica...

Poucos meses volvidos António recebeu convite do
Belenenses. Foi fazer testes a Belém, logo lhe
garantiram que lhe dariam 15 escudos por cada treino,
mas quando se encetaram as negociações para a
transferência o Almada exigiu 50 contos. Retorquiram
os homens da cruz de Cristo, dizendo que era uma
fortuna por um garoto de 15 anos. Entrou o Sporting na
corrida. Cinquenta contos voltaram a pedir os almadenses. Simões passou a treinar-se em
Alvalade, recebendo 750 escudos por mês. Despediu-se da Luso-Americana e, porque a
época ainda não acabara, sendo esse um dos pontos do acordo apalavrado, treinava-se no
Sporting mas ao domingo jogava pelo Almada. Foi num desses jogos que Fernando
Caiado, que fora ao Montijo espiar Jorge e Moreira, descobriu António Simões. Ficou
encantado. De tal forma o disse na Luz que um emissário do Benfica correu logo para casa
de D. Palmira com um cheque de 5000 escudos, que seria seu se o filho assinasse
contrato, e um outro de 50 contos para o Almada. Ao jogador ficaria destinado um
ordenado mensal de 1000 escudos.

No Benfica se estrearia a 3 de Janeiro de 1960, contra o Belenenses, marcando um golo.
Três meses depois seria convocado para a equipa de Portugal que, em Viena, se
classificaria em terceiro lugar no Torneio Internacional de Juniores da UEFA, então uma
espécie de Campeonato Europeu. No ano seguinte, com Pedroto como treinador, seria
pedra-chave na conquista desse título, em Lisboa. Já trabalhava com Guttmann, nos
seniores, passando, por isso, a ganhar 3000 escudos por mês.

Após a saga de Berna, o Benfica ganhara em Lisboa ao Peñarol por 1-0, para a Taça
Intercontinental. Em Montevideu perderia por 0-5, pelo que necessário era a disputa de
terceiro jogo. Guttmann, insatisfeito com a goleada, telefonou, aos gritos, para Lisboa,
exigindo que Eusébio e Simões tomassem o primeiro avião para o Uruguai. Chegaram
cansados, foram ambos postos em jogo, para espanto seu. Brilharam. Simões tinha 17
anos e ainda não lhe chamavam rato Mickey. Não voltaria a sair da equipa benfiquista, tal
como Eusébio, pelo que ambos seriam campeões europeus em Amesterdão. Pouco depois
o alemão Hermann Eppeholff, treinador do Dortmund, dizendo que se convencera,
finalmente, de que os homens não se medem aos palmos, afirmaria dele: «Simões é,
neste momento, sem discussão, o melhor extremo-esquerdo da Europa.» Tinha apenas 20
anos...

No Mundial de 1966 realizou exibições espectaculares. Activo, rabioso, escaqueirou
defesas com os seus dribles, desconcertou com as suas fintas e simulações, criando
genialmente lances de golo feito para Eusébio. Histórico ficaria o golo que marcou contra
o Brasil...

Nessa noite Manga, o mítico guarda-redes canarinho, vergado pela mágoa da eliminação,
com as lágrimas correndo-lhe pelo rosto, abeirou-se de Simões para o felicitar. O
benfiquista colocou os olhos no relvado, como se pedisse desculpa, afirmando depois, nas
cabinas: «Só sei que não consegui olhar aquele gigante vencido que estava a
cumprimentar-me, depois de eu, quase um anão ao pé dele, lhe ter marcado um golo de
cabeça.»

Simões sairia do Benfica em 1975. Com mais um título de campeão. Jogaria ainda pelo
União de Tomar. Mas o seu prestígio valia ainda milhares de dólares. Fechou a carreira de
jogador na América, treinador e empresário de sucesso se faria lá, chegando a deputado
do CDS, eleito pelo Círculo de Fora da Europa. Não quis dedicar-se à política. Continuou
apaixonado pelo futebol. E pelo Benfica...

Com Jorge Sampaio no futebol...

O génio de António Simões deslumbrara gente de todo o Mundo. Da Argentina surgiu, em
meados de 1967, sugestivo aceno do Boca Juniors. Em Outubro, depois de um treino,
António Simões exigiu que Romão Martins dissesse quando seriam pagos os ordenados em
dívida. Disse-lhe o director que lamentava que os jogadores se preocupassem tanto em
receber tão depressa. Interviu Riera, exigindo ao pupilo que pedisse desculpas ao director.

Fá-lo-ia na festa de despedida de Costa Pereira. Algum tempo depois, fricção ainda mais
quente: por declarações a O Século Ilustrado, foi castigado com um mês de suspensão. À
entrada para 1968, como de Alvalade lhe tinham piscado o olho, ripostou, pedindo
rescisão de contrato, alegando salários em dívida. Os dirigentes benfiquistas, em instinto
de defesa, passaram-lhe um cheque no valor de 62.500 escudos. Recusou. Continuou a
treinar-se na Luz e entregou a defesa do seu caso a um jovem advogado da praça
lisboeta, já conhecido por defender presos políticos nos tribunais plenários de Salazar,
chamado Jorge Sampaio...

Adolfo Vieira de Brito, presidente do Benfica, desvendara, entretanto, que o jogador lhe
declarara que «tudo se resolveria se o Benfica lhe desse 1500 contos». Foram mais achas
para a fogueira: em dia de Assembleia Geral muito quente, enviou o jogador um
telegrama aos sócios, negando ter dito o que o presidente dissera que ele disse. Vieira de
Brito reafirmou tudo. E Jorge Sampaio reafirmou o que Simões afirmava no telegrama,
mas, dois dias depois, sobre a marquesa do posto clínico, António Simões assinaria
contrato com o Benfica. A guerra de nervos permitiu-lhe aumento significativo dos seus
proventos: 350 contos por época, pagamento pelo clube do imposto profissional, estimado
em cerca de 100 contos, mais um bónus de 150 contos de que o futebolista necessitava
para completar a aquisição de um prédio em Lisboa — e ainda salários e prémios
calculados em cerca de 90 contos anuais. Passava, assim, a ser o terceiro mais bem pago
jogador da Luz, depois de Eusébio e Jaime Graça, cujas luvas eram de 550 e 400 contos,
respectivamente.



Source/Fonte - SERBENFIQUISTA.com
Texto - Benfica, 100 Glórias (de João Malheiro)

Image

António Simões Costa. Corroios. 14 de Dezembro de 1943. Avançado.
Épocas no Benfica: 14 (61/75). Jogos: 448. Golos: 70. Títulos: 10 (Campeonato Nacional), 5 (Taça de Portugal) e 1 (Taça dos Campeões).
Outros clubes: Estoril, Bóston Minutemen, San José Earthquakes e Dallas Tornado.
Internacionalizações: 46.

Image
Equipa 1961/1962



Quem diria que um jogador de futebol, pelas suas qualidade intrínsecas, a tantos heróis de banda desenhada pudesse ser comparado? Quem? Simões, António Simões, o genial extremo-esquerdo, que emergiu no começo da década de 60 e até meados da seguinte pontificou no Benfica. Ele era o Rato Mickey, na sua principal alcunha, imagem da agilidade em corpo minguado. Ele poderia ser o Speedy Gonzalez, conceito de rapidez, de velocidade. Ele poderia ser também o Astérix, noção de combatente, de indomável. Ele poderia ser ainda o Lucky Luck, ideal de oportunidade, de precisão. E porque parecia driblar mais rápido que a própria sombra, ele só poderia ser o nosso Simões. Que ao poema chamava finta.

Deu os primeiros passos na casa de pasto do pai, em Corroios, sem acompanhado por Amílcar, o irmão gémeo. Também por lá, um e outro ouviram as primeiras das depois recorrentes invectivas. O futebol jamais daria sustento, advogavam os pais, assim com quem água deita ao fogo da paixão. Aos 14 anos, já sem os carinhos e as censuras do progenitor, o Almada insistiu com a viúva, a D. Palmira, para que os jovens se inscrevessem nas fileiras do clube. Ao projectar dois sorrisos de orelha a orelha, a mãe permissão deu. Mesmo assim, António começou a trabalhar numa empresa de máquinas de escrever, enquanto Amílcar tão-pouco ingressou no Almada, optando pelos estudos, ele que mais tarde atravessaria o Atlântico, fixando-se no Brasil, no negócio livreiro.



Pouco tempo depois, o Belenenses haveria de convidar António Simões. Prometeram-lhe 15 escudos por treino, depois dos primeiros testes em Belém, mas os dirigentes do seu clube fizeram abortar a transferência ao exigirem compensação de 50 contos. Apareceu o Sporting, com a oferta de 750 escudos mensais. Passou a treinar-se em Alvalade, embora ao domingo actuasse pelo Almada, que a época ainda não havia terminado e o dinheiro também não chegara à margem esquerda do Tejo.

Num desses jogos, o experiente Fernando Caiado foi ao Montijo. A intenção era observar Jorge e Moreira, mas os olhos derreteram-se-lhe com a exibição do miúdo António. O Benfica investiu célere. A Corroios chegaria um cheque de cinco mil escudos para Simões, outro de meia centena de contos para o Almada.

Começou pelos juniores, no começo de uma arrancada fulgurante. Ainda em 1960, jogou por Portugal, em Viena, terceiro classificado seria no então Torneio Internacional da UEFA, uma espécie de Campeonato Europeu. No ano imediato, debutava José Maria Pedroto como treinador, Simões venceu o troféu, em Lisboa, numa altura em que Guttmann o havia já chamado para trabalhar com os seniores.

De repente, tinha o mundo a seus pés. Campeão nacional e europeu se fez, titularidade garantida, passou a ser peça obrigatória no xadrez encarnado. Tinha um futebol virtuoso. Amava o drible. Actuava sempre com rapidez, versatilidade e alegria. Roçava a perfeição. Parecia gnomo contra titã. “Às vezes trocava os pés e até os dedos no auge do esforço”, confessava. Era verdade.



Momentos de volúpia foram mais que muitos. Sempre a serpentear pelos campos, ao longo de 14 anos no Benfica, coleccionou dez Campeonatos, cinco Taças de Portugal e uma dos Campeões Europeus. Rico palmarés esse, a que se soma o terceiro lugar no Mundial de Inglaterra. Sem pasmo que “Simões é, sem discussão também, o melhor extremo-esquerdo da Europa”. O panegírico foi da autoria de Hermann Eppenhoff, treinador do Borússia de Dortmund. Tinha Simões 20 anos.

Em 1966, a campanha dos Magriços teve muito de Eusébio, mas dele também. De resto, ambos marcaram naquele alucinante jogo frente ao campeão Brasil de Pele. Ironicamente, o golo de Simões, que abriu o marcador, foi apontado com a cabeça. “Quando o Manga, guarda-redes brasileiro, de lágrimas nos olhos, me veio felicitar, mal a partida terminou, só sei que não consegui olhar para aquele gigante que estava a cumprimentar-me, depois de eu, quase um anão ao pé dele, lhe ter marcado um golo de cabeça”. A mão, essa, estendeu; os olhos projectou no relvado.

O know-how de Simões foi, por mais do que uma ocasião, de grande utilidade para o Benfica. No clube assumiu o cargo de director desportivo. Simões e Benfica merecem-se. O Benfica lançou Simões. Simões projectou o Benfica. Em muitas das mais belas liturgias de cem anos de memórias.


Source - WIKIPEDIA.org

Image


António Simões da Costa (pron. IPA: [ɐ̃'tɔniu si'mõĩʃ]) (born Corroios, 14 December 1943) is a legendary Portuguese footballer and a current coach. He played as an extreme-midfielder for Benfica, from 1961/62 to 1974/75. With only 1, 58 m of height, he's seen as the first "Giant Gnome" of Portuguese football, before Rui Barros.

He won the titles of National Champion for Benfica, in 1962/63, 1963/64, 1964/65, 1966/67, 1967/68, 1968/69, 1970/71, 1971/72, 1972/73 and 1974/75, and the Cup of Portugal, in 1962, 1964, 1969, 1970 and 1972.

Simões was European Champion for SL Benfica, in 1962, at the 5-3 win over Real Madrid, aged only 18.

The Portuguese midfielder had his debut for the National Team the same year. He played for the National Team 46 times, scoring 3 goals. His first appearance was at 6 May 1962, in a 1-2 defeat with Brazil, in a friendly match. He was a member of the "Magriços" side that reached 3 rd place in the 1966 World Cup in England, like his Benfica colleagues, Mário Coluna, Eusébio, José Augusto and José Torres. He did the leading goal in the 3-1 win over Brazil.

Simões missed the team that reached the Independence Brazil Cup final, in 1972, because of an injury, and had his last game, at 13 October 1973, in a 2-2 draw with Bulgaria, in the World Cup qualifyings. He left Benfica in 1975, moving to the U.S., where he signed with the Boston Minutemen of the North American Soccer League. He spent two seasons in Boston before moving to the San Jose Earthquakes in 1976. He finished the 1977 season in San Jose, then played for the Dallas Tornado in 1979.[1]

He has been, since then, a football manager and the female National Team coach.



Image

Image

Image
ImageImage
User avatar
quinas1139
Portuguese Futebol Legend
Portuguese Futebol Legend
PF Mod
PF Mod
Moderator of the Month Titles
Moderator of the Month Titles
Semi-Annual Awards Titles
Semi-Annual Awards Titles
 
Years of membershipYears of membership
 
Posts: 7831
Topics: 320
Joined: May 16th, 2008, 3:53 pm
Favorite Team(s): Seleccao Nacional de Portugal
Favorite Player(s): Todos que vistem a camisola das quinas!
Semi-Annual Awards Won: [2009-S] Biggest Balls Award
[2009-S] Biggest National Team Supporter
[2009-S] Most Informative User
[2008-W] Biggest Balls Award
[2008-W] Most Dedicated User
[2008-W] Most Informative User
[2008-W] Biggest National Team Supporter
[2008-S] Biggest National Team Supporter

Hide Reply Options[Hide] Post a reply


Enter the first 5 letters of the alphabet:

Enter the code exactly as it appears. All letters are case insensitive, there is no zero.
 

Return to Legends of Portugal

Who is online

Users browsing this forum: No registered users and 1 guest