Humberto Coelho - SL Benfica & Portugal NT Legend

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Humberto Coelho - SL Benfica & Portugal NT Legend

Postby quinas1139 » December 2nd, 2008, 2:25 am

Humberto Coelho

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Nome: Humberto Manuel de Jesus Coelho
Data de nascimento: 20-5-1950
Naturalidade: Porto
Posição: defesa central
Clubes principais: Benfica e Paris Saint-Germain
Títulos: 8 (Campeonato Nacional), 5 (Taça de Portugal) e 1 (Supertaça).
Épocas no Benfica: 14 (68/75 e 77/84), Jogos: 496, Golos: 76
Outros Clubes: Ramaldense, Paris Saint-Germain e Las Vegas Quicksilver. Internacionalizações: 64.
Jogos pela Selecção Nacional: 64/6 golos



Source/Fonte - SLBENFICA.pt


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Humberto Coelho (20/04/1950) - Frieza, segurança e autoridade


Ingressou no Benfica ainda como Júnior. Na fase de preparação da época de 68/69, integrou pela primeira vez os trabalhos da equipa principal, tendo rumado ao Brasil a fim de participar no arranque da nova temporada. Fez a sua estreia no dia 8 de Agosto, frente ao Clube de Remo de Belém do Pará.

Daí até ao final da sua carreira, realizou 672 jogos pelo Benfica, tendo marcado 113 golos. Destacou-se pela forma excepcional como desempenhava as funções de líbero, proporcionando grande segurança ao sector mais recuado da equipa e participando muitas vezes na manobra do ataque, subindo com facilidade no terreno e mostrando-se soberano na finalização, sobretudo como cabeceador.

Desempenhou com personalidade e sabedoria as funções de capitão, evidenciando-se pelo modo científico com que "arrumava a casa". Possuidor de um poder atlético admirável, barrava com autoridade a acção ofensiva contrária, desarmando com classe e resolvendo situações de perigo com frieza e método refinados.

Os seus elevados níveis de concentração e a sua capacidade de liderança e de apego à luta mereceram-lhe os melhores créditos a nível nacional e internacional. A consagração europeia teve efeito com duas chamadas à selecção do velho continente, em 1981 e 1982. Já antes, as suas qualidades haviam despertado a cobiça além-fronteiras. Em 75/76, acedeu à proposta do Paris Saint-Germain (França), onde alinhou durante 2 épocas.

Em 77/78, regressou à Luz, para aí terminar a carreira em 83/84. Pela Selecção Nacional cumpriu 64 jogos. Pelo Benfica, foi finalista da Taça UEFA em 1983, conquistou 8 Campeonatos Nacionais e venceu 6 Taças de Portugal.


Source/Fonte - SERBENFIQUISTA.com
Texto - Memorial Benfica, 100 Glórias


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Humberto M. de Jesus Coelho. Porto. 20 de Abril de 1950. Defesa.
Títulos: 8 (Campeonato Nacional), 5 (Taça de Portugal) e 1 (Supertaça).Épocas no Benfica: 14 (68/75 e 77/84). Jogos: 496. Golos: 76.
Outros Clubes: Ramaldense, Paris Saint-Germain e Las Vegas Quicksilver. Internacionalizações: 64.


Quem joga ao lado de Humberto Coelho? Esta bem poderá ter sido uma das questões mais vezes colocadas pelos adeptos do Benfica nas tertúlias da bola. Titular absoluto deste os 18 anos de idade, no eixo da defensiva, ao longo de tantas épocas, contracenou, sucessivamente, com Raul, Zeca, Humberto Fernandes, Coluna, Messias, Rui Rodrigues, Barros, António Bastos Lopes, Eurico, Laranjeira, Alhinho, Alberto Bastos Lopes e Frederico. E outros mais na Selecção Nacional. Humberto constituiu-se uma espécie de imperador. Com direitos adquiridos, pois de forma tão preexcelente cumpria os seus deveres. Humberto era a chave da fortaleza quase sempre inexpugnável. Tipo guarda-mor do templo vermelho. O chefe da tribo. O que gritava revolta ou à serenidade apelava.

Nasceu em Cedofeita, no Porto, provavelmente com genes de líder. O pai era operário metalúrgico, daquela classe que tem como divisa “nada nem ninguém nos vergará”. Um lema que terá inculcado, desde a tenra idade, no filho Humberto, apesar da apetência deste por outras artes.

Só que o jovem tripeiro viveu uma infância pouco pacifica com a causa da bola. Era numa espécie de clandestinidade que exercitava o seu dom favorito. Os pais, o irmão mais velho até, amiúde o repreendiam, que futebol não era futuro, antes os livros, não fosse Humberto passar privações que a família bem conhecia. Da Escola de São João passou à Industrial, com aproveitamento satisfatório, mas sempre de ideia fixa no jogo da bola. Rapagão, José Águas era a sua referência primacial. Sonhava imitá-lo e aos golos de cabeça, numa altura em que o seu porte atlético não era nada desdenhável. Pela Mocidade Portuguesa, ainda praticou, na escola, basquetebol e voleibol, mas o apetite era outro. Tão voraz que, vencendo barreiras, daquelas quase intransponíveis, acabou por se fixar no Arsenal do Bessa, derivando de avançado para defesa-central.

Exibiu Humberto credenciais e, com apenas 13 anos, já o Leixões suspirava por aquele miúdo alto, mais alto que os demais, irrepreensível no jogo aéreo. Debalde, pois a voz firme da mãe com sério olhar à mistura, puseram-no em sentido, na prossecução do campeonato dos livros.

Algum tempo depois, já com endereço numa artéria da freguesia de Ramalde, finalmente o pai deu anuência e lá entrou a ficha de inscrição como juvenil do Ramaldense. Descoberto pelo FC Porto, nas Antas treinou, deixou a melhor das impressões, mas os dirigentes portistas acharam uma exorbitância a verba pedida pela transferência.

Agradeceu o Benfica, naquele ano mágico de 1966. Por apenas 40 contos, mais 25 para Humberto, com o compromisso de honra, selado à maneira, de melhorar a oferta no caso dele se impor no grémio da Luz. Mais parecia premonição. Coube a Ângelo Martins, treinador dos juniores, durante duas temporadas, a polidura executar. Com tanto sucesso que Humberto Coelho, pupilo modelo, pegou de estaca, embrionário estava o grande jogador, para um Benfica órfão de Félix ou Germano, que o mesmo é escrever de um central fora-de-série.

Na pré-época de 68, Otto Glória não hesitou e o facto mais relevante da digressão ao Brasil foi a entrada do capitão dos juniores na convocatória. Lá chegaram mais 30 contos a Ramalde, que no Benfica as escrituras eram para cumprir, cabendo cinco notas de mil mensalmente ao assalariado e ex-sonhador de utopias. Humberto Manuel de Jesus Coelho, de seu nome completo.

No primeiro jogo em Belém de Pará não actuou, mas no segundo marcou presença. E que presença! Frente ao Santos, com Pelé e tudo. Incumbido de marcar o génio foi. Aos 18 anos, logo haveria de caber a mais invejada das empreitadas. Saiu-se a contento, ainda que a vencer por 3-1, o Benfica viesse a consentir a igualdade. O medo estava exorcizado. Irreversivelmente…

Não mais perdeu Humberto a titularidade. Na abertura da temporada 68/69, era vê-lo a ganhar no palmómetro da Luz, num triunfo incontestável, de 4-1, frente ao Belenenses. Seguiram-se mais jogos, muitos jogos, adiada estava apenas a veia goleadora do defesa mais concretizador de toda a história do futebol luso. Foi com Hagan ao leme, no começo dos anos 70, que Humberto começou a comunicar no idioma do golo. O britânico era mesmo fleumático, não desmerecia a origem, avesso se mostrava ás substituições, por mais que a exigente plateia da Luz, de quando em vez, lhe propinasse umas ruidosas assobiadelas. E quando corria para o torto, a ordem era Humberto jogar na área, pelo lado direito das coisas, pelo golo, algumas vezes decisivo.

Haverá algum benfiquista dos 40 para cima, que não recorde o dramático jogo da Luz, em Novembro, dia de Verão de São Martinho, frente ao FC Porto, corria a época de 72/73, quando para espanto geral, a 15 minutos do fim da contenda, 0-2 era o resultado? Num quarto de hora apenas, explodiu o vulcão. Primeiro Vítor Baptista. Depois, Jaime Graça. No último minuto, Humberto, em postura de ponta-de-lança, haveria de sentenciar, obtendo o 3-2, num assomo inusitado de garra. De resto, em 16 temporadas, duas das quais ao serviço do Paris S. Germain, marcou 68 golos, o que lhe confere o 25º lugar entre os defesas mais concretizadores da história do futebol mundial.

Ganhador compulsivo, Humberto foi cimentando prestigio por todo lado onde o futebol falava mais alto. Sem surpresa foi convocado para a Selecção da Europa, em 19 de Agosto de 1981, na comemoração do 80º aniversário da Federação Checoslovaca de Futebol. Orientado pelo germânico Jupp Derwall, actuou ao lado de executantes do jaez de Blokhin, Krankl, Kaltz ou Pezzey. Um ano mais tarde, a consagração foi gigantesca. No Giants Stadium de Nova Iorque, perante 120 mil espectadores, Humberto actuou no meio de uma constelação de estrelas, em gala a favor das crianças da UNICEF. Para que conste, a Europa alinhou assim: Zoff (Itália); Krol (Holanda); Humberto Coelho (Portugal), Pezzey (Áustria) e Stojkovic (Jugoslávia); Beckenbauer (Alemanha), Antognoni (Itália) e Tardelli (Itália); Boniek (Polónia), Rossi (Itália) e Blokhin (União Soviética). Estávamos nos rescaldo do Mundial de Espanha e o antagonista foi o resto do Mundo, com N’Komo, Romeno, Júnior, Zico, Sócrates e Hugo Sanchez, entre outros. À chamada não faltaram também Schumacher (Alemanha), Keegan (Inglaterra), Neeskens (Holanda) e Platini (França). A Europa venceu por 3-2. Obrigado foi Humberto, taça nas mãos, a dar uma volta de honra ao estádio, colocando em clímax largas centenas, talvez milhares, de emigrantes portugueses.

A ele faltou, todavia, um titulo europeu. Esteve perto, bem perto, naquela final da Taça UEFA, com o Anderlecht, no final do ano de 83. Com menos resignação ainda se aceita o facto de jamais ter participado na fase final de um Europeu ou Mundial. Ele que fez parte de uma geração de futebolistas, como Eusébio, Simões, Jaime Graça, Nené, Vítor Baptista, Artur Jorge, Jordão, Vítor Martins, Toni, Alves, Rui Rodrigues, Artur, Carlos Manuel, Shéu, Bento, Pietra, Veloso, Álvaro, Diamantino ou Chalana, para nos socorrermos apenas, porventura com algum sectarismo, dos arquivos benfiquistas.

A ânsia de Humberto, já trintão, selar a ouro uma carreira magnifica, talvez tenha precipitado o adeus definitivo. Havia-se lesionado num treino da Selecção, antes de uma partida com a Finlândia, em Setembro de 83. Desesperado, tentou a recuperação, sempre com o Europeu de França na linha do horizonte, forçou em demasia, porque o tempo lhe parecia fugir. E fugiu mesmo.

À ribalta regressou, anos mais tarde, como seleccionador nacional. Então sim, pisou o palco que a vida de jogador, de forma impiedosa, lhe havia negado. A melhor das compensações não se fez esperar. Porque Deus é bom, dirão os crentes. Garbosamente, comemorou o terceiro lugar no Euro 2000. Justiça se fez.

Épocas no Benfica: 15 (1966/1974 e 1977/1984)
Jogos: 498
Golos: 81

Títulos: 8 CN, 6 TP, 1 ST e 1 TI



Source/Fonte - FPF.pt


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HUMBERTO COELHO 1950-…
A liderança de Coluna e a classe de Germano


Nome: Humberto Manuel de Jesus Coelho
Data de nascimento: 20-5-1950
Naturalidade: Porto
Posição: defesa central
Clubes principais: Benfica e Paris Saint-Germain
Jogos pela Selecção Nacional: 64/6 golos
Estreia: 27-10-1968, em Lisboa, frente à Roménia (3-0)
Último jogo: 27-4-1983, em Moscovo, frente à Rússia (0-5)


Quando, naquela tarde fria de Moscovo, uma das mais negras da história da Selecção Nacional, Humberto Coelho, o «capitão» de Portugal, se ressentiu da lesão que lhe atormentava o joelho direito, não imaginava, com certeza, que estava a dizer adeus à equipa das quinas. Mas foi isso mesmo que aconteceu.

Humberto Coelho foi um dos mais extraordinários defesas centrais do futebol português e europeu. Aliava à capacidade de liderança de Coluna, que lhe valeu rapidamente o estatuto de «capitão» de equipa na Benfica e na Selecção Nacional, a classe de Germano. Com um toque muito seu, ainda: o de ter absorvido desde muito jovem essa característica moderna de um defesa central que o fazia surgir tanto na área defensiva como na área contrária, criando desequilíbrios e marcando golos.

A sua paixão pelo futebol foi sempre contrariada em casa, pelos pais, que queriam vê-lo continuar os estudos, algo que Humberto Coelho foi tentando, e com bons resultados, durante a sua adolescência, ao mesmo tempo que jogava nas camadas jovens do Ramaldense. Mas, aos 16 anos, o convite do Benfica foi irrecusável: 25 contos para o bolso do jovem Humberto, 40 contos para o clube de Ramalde. Durante duas épocas foi o grande «capitão» da equipa de juniores dos «encarnados», tendo como treinador Ângelo Martins, um dos campeões europeus. Foi numa digressão ao Brasil que se estreou, em Agosto de 1968, na equipa principal, sob orientação de Otto Glória, e num dos jogos até lhe coube a marcação a Pelé. Entrava no futebol maior pela porta grande.

Também foi pela porta grande que entrou na Selecção Nacional, então comandada por José Maria Antunes. Tinha apenas três meses de experiência na I Divisão e viria a ser «internacional» durante quinze anos. É, de certa forma, triste que a sua geração, composta por jogadores de talento insofismável, como João Alves ou António Oliveira, tenha falhado as fases finais dos Campeonatos do Mundo e da Europa. Por pouco, por muito pouco, Humberto Coelho não foi o «capitão» de Portugal no Europeu de 1984, em França. Já tinha cumprido sete campeonatos pelo Benfica (5 títulos de campeão); já tinha jogado duas épocas no Paris Saint-Germain (ainda longe do sucesso que viria a ter nos anos 90); voltara a Portugal e ao Benfica em 1977; comandara as «águias» nas suas novas aventuras europeias, no tempo de Sven-Göran Eriksson. Tinha 33 anos, mas era um dos indiscutíveis de Otto Glória, primeiro, e depois do quadrunvirato – Cabrita, Toni, Morais e José Augusto – que substituíram o brasileiro no cargo de Seleccionador. Portugal chegou a França, mas Humberto não. O joelho direito não deixou. Na véspera do jogo contra a Finlândia (5-0), em Alvalade, ficou definitivamente afastado do que poderia ter sido o momento mais brilhante da sua carreira fantástica.

64 jogos com a camisola dos cinco escudos azuis. E a presença na Minicopa, em 1972, no Brasil, uma das grandes sagas da história da Selecção Nacional. Durante um mês, em Natal, Recife, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, Portugal realizou exibições tremendas e obteve vitórias retumbantes num pequeno Campeonato do Mundo que obrigou os portugueses a 8 encontros, incluindo a final do torneio, perdida para o Brasil campeão do Mundo, em pleno Maracanã, com um golo de Jairzinho no último minuto (0-1). Humberto jogou todos os jogos.

Foi treinador do Salgueiros e do Braga, fundou a primeira Escola de Futebol em Portugal, surgiu sempre como um dos grandes candidatos à presidência do Benfica, viu as suas qualidades de técnico serem questionadas por comentadores sem autoridade. A isso respondeu, depois de ter sido nomeado Seleccionador Nacional em 1997, com a presença de Portugal na fase final do Euro 2000, na Holanda e na Bélgica, e com a conquista do 3º lugar, perdendo apenas a meia-final contra a França, campeã do Mundo. Novas perspectivas surgiram e ainda foi seleccionador de Marrocos e da Coreia do Sul.


Source/Fonte - COLECCIONADORDESPORTIVO.BLOGSPOT.com

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Humberto Coelho - "O Beckenbauer Português" (1950)
NOME: Humberto Manuel de Jesus Coelho.
NATURALIDADE: Porto.


DATA DE NASCIMENTO: 20 de Abril de 1950.
LUGAR: Defesa central.
CLUBES REPRESENTADOS: Ramaldense, Benfica, Paris Saint-Germain (França) e Las Vegas Quicksilver (EUA).

CURRÍCULO/PALMARÉS (ao serviço do Benfica):
- 8 vezes Campeão Nacional da 1ª Divisão: 1968/69, 1970/71, 1971/72, 1972/73, 1974/75, 1980/81, 1982/83 e 1983/84 (época incompleta).
- 6 vezes vencedor da Taça de Portugal: 1968/69, 1969/70, 1971/72, 1979/80, 1980/81 e 1982/83.
- 1 vez vencedor da Supertaça: 1979/80.
- Finalista vencido da Taça UEFA, em 1982/83: Anderlecht (Bélgica) - 1 / Benfica - 0; Benfica - 1 / Anderlecht (Bélgica) - 1.


CARREIRA E CURIOSIDADES:

Humberto Coelho é considerado um dos melhores defesas centrais europeus do seu tempo (décadas de 70 e 80), tendo ficado conhecido como "O Beckenbauer Português", dadas as suas enormes qualidades físicas, técnicas e tácticas, aliadas a uma forte capacidade de liderança. Humberto Coelho foi, durante mais de 10 anos, o "patrão" da defesa, quer no Benfica, quer na Selecção Nacional.

Humberto Coelho esteve durante 14 épocas ao serviço do Benfica (entre 1968/69 e 1974/75; 1977/78 e 1983/84), tendo realizado um total de 496 jogos (76 golos), 355 dos quais a contar para o Campeonato Nacional (56 golos). Disputou, ainda, 71 jogos a contar para as Competições Europeias de clubes, tendo apontado 4 golos.

Durante duas épocas (1975/76 e 1976/77), Humberto Coelho jogou no Paris Saint-Germain (França), ao serviço do qual efectuou 48 jogos, tendo marcado 2 golos. Jogou ainda, alguns meses, no Las Vegas Quicksilver (EUA), tendo aí realizado 22 jogos e apontado 2 golos. Após essa curta experiência no futebol dos "States", Humberto Coelho regressa definitivamente a Portugal e ao Benfica, onde terminará a carreira.

Humberto Coelho foi 64 vezes internacional pela Selecção Nacional A, igualando as internacionalizações de Eusébio. Quando Humberto Coelho se despediu da Selecção, ele e Eusébio eram os dois jogadores portugueses mais internacionais de sempre. Ao serviço da Selecção marcou 6 golos. A estreia ocorreu a 27 de Outubro de 1968 no Estádio da Luz, em Lisboa, frente à Roménia (vitória 3-0) e o último jogo foi disputado a 27 de Abril de 1983, em Moscovo, frente à URSS (derrota 0-5).

No início da década de 80, Humberto Coelho foi convocado duas vezes para a Selecção da Europa, tendo sido titular de ambas as vezes. No final de 1983, então com 33 anos, Humberto Coelho fez a despedida do Benfica, como jogador, após ter sofrido uma lesão grave, encerrando uma brilhante carreira de 16 anos (14 dos quais de "águia ao peito"), tornando-se num dos jogadores do Benfica e do futebol português com mais jogos efectuados, quer no Campeonato Nacional, quer nas Competições da UEFA.




Source - WIKIPEDIA.org


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Humberto Manuel de Jesus Coelho (born 20 April 1950, Cedofeita, Portugal) is a Portuguese former professional footballer and manager, who is currently the head coach of the Tunisian national team. He made over 300 league appearance for as a defender for Benfica and played internationally for Portugal 64 times during his career.

Playing career

As a player, he was one of the best ever central defenders of Portuguese football, representing SL Benfica, from 1968 to 1975 and from 1977 to 1984. He also played for Paris Saint-Germain for the seasons of 1975 to 1977 where he failed to impress. His first appearance for the Portuguese national team was at only 18, in a 3-0 win over Romania on 27 October,1968 in Lisbon the first game of the World Cup 1970 qualifying stage. He represented the national team 64 times, 61 for Benfica and 3 for Paris Saint-Germain, scoring 6 goals, but failed to ever appear in a major tournament. He played at the Independence Cup in Brazil in 1972, where Portugal lost the final to Brazil 1-0. His last cap for the national team was during the Euro 1984 qualifying stages, in the only defeat that Portugal suffered, on 27 April,1983 beaten 0-5 by USSR in Moscow. An injury prevented him from representing the national team for the rest of the qualifying games or in the Euro Cup finals.

Managerial career

After spells with Sporting Braga and SC Salgueiros, he led Portugal to the semi-finals of Euro 2000 before taking charge of Morocco and South Korea. He was named Tunisia coach in June 2008.


Honours
Portuguese Liga 1969,1971,1972,1973,1975,1981,1983,1984
Portuguese Cup 1969,1970,1972,1980,1981,1983,1985
Portuguese SuperCup 1980
Portuguese Footballer of the Year 1974


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Plantel 1970/1971


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Humberto Coelho was named by the readers of the Jornal O Record in 2004 to Benfica's all-century team!!!!

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Re: Humberto Coelho - SL Benfica & Portugal NT Legend

Postby quinas1139 » January 21st, 2009, 2:05 am

Source/Fonte - FPF.pt

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Humberto Coelho
(Seleccionador em 1998-2000)

O brilho intenso do Euro 2000

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Foi envolto em alguma surpresa que Humberto Coelho assumiu o cargo de Seleccionador Nacional em 1998, depois da frustrante eliminação do Mundial de França. Com um extraordinário currículo como jogador, Humberto Coelho era um técnico sem grande expressão até aí. Com o seu estilo pausado, de «gentleman», soube tirar proveito da maturidade e qualidade de jogo de uma Selecção Nacional que atingia, sob a sua batuta, um dos momentos de maior brilhantismo de toda a história do futebol em Portugal. Na Bélgica e na Holanda, durante a fase final do Euro 2000, Portugal exibiu-se a níveis até aí só comparáveis aos do Mundial de 1966. O terceiro lugar conquistado foi curto para a qualidade do seu futebol e a forma como acabou a meia-final frente à França injusta para aqueles que tinham sido os grandes animadores do Europeu.

A carreira de Humberto Coelho como Seleccionador de Portugal acabava aí, mas em breve estava a trabalhar na Selecção de Marrocos e, mais tarde, na Selecção da Coreia do Sul.

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24 - 16 - 4 - 4 (56-16 )
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